É que por enquanto a metarmofose de mim em mim mesma não faz sentido.
É uma metamorfose em que eu perco tudo o que tinha, e o que sou. E agora o que sou? Sou: estar de pé diante de um susto. Sou: o que vi.
Não entendo e tenho medo de entender, o material do mundo me assusta, com seus planetas e baratas.
sábado, 1 de dezembro de 2012
“Se eu conseguir ser nova, quero o sabor de saber, na prática, que somos feitos para a felicidade. Para a troca. Para a paz. Para a bondade. Para facilitarmos a existência uns dos outros. Para a coragem e a alegria de simplesmente ser.”